sábado, 28 de agosto de 2010

Sem nome, sem rosto, sem sentido.

Chamas!
Profanação!
Quem és tu que invade os mais pecaminosos dos sonhos meus?

Ontem me peguei pensando em ti.
Mas, não tinhas face.
Eras só uma sombra.

Clareza!
Excitação!

Postava-se como uma deusa.
Quem és tu para destruir a muralha que contruí?
Ontem queria mais.
Queria ver tua face e acariciá-la.
Queria sentir teu corpo entrelaçado ao meu.

Certezas!
Divagação!

Ao espelho, os reflexos.
Ao solitário, a solidão.

Aparecestes para causar discórdia.
Para pisar em um coração partido.
E agora volto pra realidade, sozinho, novamente.
Desgraçada.

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