Chamas!
Profanação!
Quem és tu que invade os mais pecaminosos dos sonhos meus?
Ontem me peguei pensando em ti.
Mas, não tinhas face.
Eras só uma sombra.
Clareza!
Excitação!
Postava-se como uma deusa.
Quem és tu para destruir a muralha que contruí?
Ontem queria mais.
Queria ver tua face e acariciá-la.
Queria sentir teu corpo entrelaçado ao meu.
Certezas!
Divagação!
Ao espelho, os reflexos.
Ao solitário, a solidão.
Aparecestes para causar discórdia.
Para pisar em um coração partido.
E agora volto pra realidade, sozinho, novamente.
Desgraçada.
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